Dê seu primeiro passo com fé, não é necessário ver todo o caminho, dê seu primeiro passo. (Martin Luther King Jr)
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sábado, 31 de janeiro de 2015
Parede é capaz de parar tiros até de .50
Em uma guerra, não existem muitos lugares realmente seguros para se estar. Qualquer objeto usado como proteção pode ser a qualquer momento atravessado por um projétil e causar ferimentos em soldados, repórteres ou civis.
Mas a empresa Saab tem desenvolvido uma tecnologia para tentar deixar essas situações de risco um pouco menos perigosas. Para tanto, a companhia criou o Soft Armour, que consiste em um sistema modular voltado à proteção contra penetração balística.
Grosso modo, essa “parede” é formada por duas ou três camadas de um revestimento metálico e recheada de esferas cerâmicas extremamente rígidas. Com isso, o impacto das balas é reduzido drasticamente, fazendo com que elas não consigam atravessa essa caixa de segurança.
Em um de seus vídeos de divulgação, o qual você confere acima, o Soft Armour foi alvejado por munições de calibre 5.56 mm e 7.62 mm por mais de 500 vezes, sem apresentar nenhuma penetração (conceito que nesse caso é contabilizado apenas quando o projétil atravessa o alvo). Os tiros sequer ricochetearam. Os testes foram além e usaram uma metralhadora .50, a 100 metros de distância, e os 50 disparos efetuados também foram parados com sucesso.
App de táxi cria ferramenta para evitar assédio sexual
Entre as principais preocupações dos usuários de aplicativos de táxi, estão os assédios. Para facilitar a comunicação entre usuário e taxistas, o número de celular do passageiro é disponibilizado, caso o motorista não o encontre. Essa facilidade proporcionou o uso indevido do aplicativo e tem gerado incômodos para alguns passageiros. Da mesma forma, recentemente, motoristas do Rio de Janeiro reclamaram de garotos de programa que usavam um aplicativo para enviar mensagens de cunho sexual para eles.
Para evitar que situações como essas ocorram entre usuários e taxistas, alguns aplicativos desenvolveram sistemas de segurança, como é o caso do aplicativo WayTaxi, que conta com um filtro de palavras indevidas. Feito através de um programa que aprende com o próprio uso do sistema, por meio dos algoritmos, eles são capazes de identificar possíveis novas palavras que podem tentar burlar bloqueio.
”Na prática, o sistema identifica o mau uso e bloqueia essas chamadas, evitando maiores constrangimentos aos taxistas. Tal medida proporciona respeito e profissionalismo na prestação do serviço e dá ao taxista a tranquilidade para realizar sua atividade. Ele se sente mais seguro”, diz Cláudio Ávila, CEO da WayTaxi.
Escolhendo seu taxista preferido
Além do filtro de palavras, o aplicativo conta com uma classificação de taxistas. O usuário pode escolher seu taxista favorito e de confiança, para sempre fazer corridas com ele. Através do app, o usuário pode avaliar a conduta do motorista e registrar eventuais reclamações. Outra medida adotada pelo WayTaxi para evitar eventuais desconfortos, é a opção de bloquear o taxista.
Se eventualmente o usuário não se sentir bem atendido ou sofrer algum tipo de assédio, ele pode bloquear o taxista e continuar utilizando o serviço sem correr o risco de encontrar o mesmo profissional. Outra função existente no aplicativo, a Chamada Exclusiva, permite que a passageiro acione seus taxistas favoritos e que já conhece o trabalho e a idoneidade. “Pensamos sempre no conforto do usuário e desenvolvemos sistemas que sejam capazes que impedir que situações inconvenientes ocorram”, observa Cláudio.
O treinamento para os taxistas que aderem aos aplicativos ainda é a melhor opção para evitar a má conduta. “Todos os taxistas cadastrados no WayTaxi recebem treinamento específico para estarem preparados para atender os passageiros. Os clientes são atendidos por profissionais capacitados”, comenta Cláudio Ávila. Para ele, o passageiro possui papel fundamental na otimização do serviço.
Para evitar que situações como essas ocorram entre usuários e taxistas, alguns aplicativos desenvolveram sistemas de segurança, como é o caso do aplicativo WayTaxi, que conta com um filtro de palavras indevidas. Feito através de um programa que aprende com o próprio uso do sistema, por meio dos algoritmos, eles são capazes de identificar possíveis novas palavras que podem tentar burlar bloqueio.
”Na prática, o sistema identifica o mau uso e bloqueia essas chamadas, evitando maiores constrangimentos aos taxistas. Tal medida proporciona respeito e profissionalismo na prestação do serviço e dá ao taxista a tranquilidade para realizar sua atividade. Ele se sente mais seguro”, diz Cláudio Ávila, CEO da WayTaxi.
Escolhendo seu taxista preferido
Além do filtro de palavras, o aplicativo conta com uma classificação de taxistas. O usuário pode escolher seu taxista favorito e de confiança, para sempre fazer corridas com ele. Através do app, o usuário pode avaliar a conduta do motorista e registrar eventuais reclamações. Outra medida adotada pelo WayTaxi para evitar eventuais desconfortos, é a opção de bloquear o taxista.
Se eventualmente o usuário não se sentir bem atendido ou sofrer algum tipo de assédio, ele pode bloquear o taxista e continuar utilizando o serviço sem correr o risco de encontrar o mesmo profissional. Outra função existente no aplicativo, a Chamada Exclusiva, permite que a passageiro acione seus taxistas favoritos e que já conhece o trabalho e a idoneidade. “Pensamos sempre no conforto do usuário e desenvolvemos sistemas que sejam capazes que impedir que situações inconvenientes ocorram”, observa Cláudio.
O treinamento para os taxistas que aderem aos aplicativos ainda é a melhor opção para evitar a má conduta. “Todos os taxistas cadastrados no WayTaxi recebem treinamento específico para estarem preparados para atender os passageiros. Os clientes são atendidos por profissionais capacitados”, comenta Cláudio Ávila. Para ele, o passageiro possui papel fundamental na otimização do serviço.
FONTE(S)
Way Taxi
Way Taxi
Incrível: conheça o QUANT, supercarro movido à água do mar
A equipe do canal Amigos Por Carros foi até o evento Top Marques, realizado em Monaco, para conferir de perto esta novidade. Quem explica o potencial da e-Sportlimousine QUANT é Nunzio La Vecchia, responsável pelo projeto do veículo. Embora o design por si só já seja um show à parte, é por conta da tecnologia que o modelo se destaca. Ele pode ser movido à água salgada.
“Esse é o primeiro carro a usar a tecnologia de bateria de fluxo. Isso significa que ele armazena a energia em dois tanques de eletrólitos líquidos, carregados positivamente e negativamente. Esses eletrólitos circulam através de uma membrana em um terceiro tanque, gerando dois processos eletroquímicos diferentes” explica Nunzio.
Esses dois processos são os de oxidação e redução e juntos eles geram corrente elétrica. Contudo, a diferença em relação aos carros elétricos é o fato de que é possível carregá-lo com uma frequência menor. “Basicamente não há tempo de recarga, pois a energia está armazenada nesses dois tanques de polos positivos e negativos”, explica.
Limousine esportiva inteligente
O luxuoso QUANT é um protótipo criado para demonstração da tecnologia. A ideia não é tornar o veículo um modelo comercial, mas sim demonstrar às outras montadoras as possibilidades da tecnologia de bateria de fluxo. Porém, o supercarro revela ainda algumas outras surpresas.
Por meio de um app é possível ter controle total de muitas das funções do carro via smartphone. Abrir portas e modificar as cores do painel são apenas dois exemplos. Todos os botões foram substituídos por sensores capacitivos e o interior é construído em Alcântara e couro.
Com quatro motores elétricos que geram 920 HP de potencia, o QUANT atinge a velocidade máxima de 388 km/h e tem autonomia de direção de até 600 quilômetros. Cada roda tem 3 mil Nm de torque, o que significa um total de 12.000 Nm de torque. A tecnologia foi homologada em outubro e já pode ser comercializada.
FONTE(S) YouTube | Amigos Por Carros
IMAGENS YouTube | Amigos Por Carros
Cyanogen e Microsoft: "Nós vamos tirar o Android da Google"
Segundo os últimos relatos, a Microsoft está investindo cerca de R$ 182 milhões na Cyanogen Inc. — e esse movimento deve esquentar a concorrência entre os sistemas operacionais. Para aumentar a briga, o CEO da empresa, Kir McMaster, fez um comentário duro: "Nós vamos tirar o Android da Google".
Ainda não se sabe o que a Microsoft planeja com o movimento, já que ela possui seu próprio sistema operacional, o Windows (que está chegando ainda mais forte neste ano). De acordo com o The Wall Street Journal, nenhuma das empresas quer comentar o investimento.
Pessoas familiarizadas com a Cyanogen disseram que a startup está construindo uma versão do Android fora dos tentáculos da Google — o investimento talvez venha como um aval da Microsoft.
Hoje, mais de 50 milhões de pessoas já atualizam o sistema Android alterado pela Cyanogen.
FONTE(S)
WSJ
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
O Deus da Salvação, há tanto tempo esperado pela humanidade, já se manifestou.
O que vem a ser Salvador do Mundo? Sem dúvida, como as próprias palavras dizem, é o santo e poderoso homem nascido com a grandiosa missão de salvar o mundo. Na realidade, desde a criação do gênero humano, ele jamais se manifestou. Gostaria de transmitir revelações sobre esse fato, e falar, sem subterfúgios de espécie alguma, a respeito da Obra Divina que estou realizando.
Vista pelo prisma da humanidade em geral, a atividade de salvação que eu realizo pode parecer uma ínfima parcela num milhão. Entretanto, pela situação atual, em que, gradativamente, dia a dia, mês a mês, aumenta o número de pessoas salvas, podemos imaginar a grandeza da escala da salvação, no futuro. Se digo que estou utilizando ativamente as forças invisíveis, as pessoas da atualidade, que recebem educação materialista, podem achar minhas palavras extremamente absurdas e me olhar como um embusteiro, pois lhes é muito difícil e demasiado utópico acreditar em algo que não podem ver. Tal incredulidade é compreensível; mas, se o que eu afirmo é uma realidade inegável e passível de comprovação, o que acontecerá? Creio que essa revelação provocará um grande impacto.
Através da minha força indireta, transmitida pelos membros, curam-se doenças graves, consideradas sem esperança, e as pessoas se recuperam definitivamente, livrando-se do destino da morte. Há vários exemplos de pessoas que se tornaram saudáveis e estão ativas. Hoje, já são milhares e milhares; tantas, que até perdi a conta.
(…) Através de documentos e vestígios que remontam aos primórdios da história da humanidade, sabe-se do aparecimento de grandes religiosos e homens santos, mas não há termos de comparação entre o que eles realizaram e a obra que eu estou realizando.
(…) Originariamente, jamais pretendi tornar-me um grande santo ou Messias. Nunca pensei em mim nesses termos. No entanto, por sentir intenso amor pela humanidade desde jovem, eu pensava muito em me tornar um religioso, para poder salvar amplamente o mundo. Ingressando no mundo religioso, após atingir certo grau de aprimoramento, recebi a revelação do Divino Espírito de Deus, e desde então, com o passar do tempo, vem ocorrendo uma sequência de fatos misteriosos.
(…)A transformação gradual do lar em Paraíso é um fato verídico, proclamado por inúmeros membros de forma unânime.
Sendo eu, como acabei de dizer, aquele que tem a missão de executar a misteriosa Obra Divina, creio ter recebido, na condição de representante de Deus, a proteção que me permite cumprir a grandiosa missão de salvar o mundo.
“Salvador do Mundo” por Meishu-Sama em 20 de novembro de 1950
Extraído do Livro Pão Nosso de Cada Dia – Páginas 54 a 56
Google Now se integra com mais 40 apps do Android
O Google anunciou nesta sexta-feira que o assistente pessoal do Android, o Now, ganhará integração com apps desenvolvidos por terceiros. A novidade permitirá que o serviço “puxe” informações de programas como o Waze e o Airbnb e as exiba junto com os dados já mostrados por padrão – notícias, horários de sessões e previsão do tempo, entre outros.
A lista de parceiros inclui 40 desenvolvedores, de apps como os dois já citados, mais o de músicas Pandora, o identificador de letras Shazam, o de notícias The Guardian e o de idiomas Duolingo. Integrado a eles, o Now passará a exibir notificações de cada um, como manchetes do jornal inglês e lembretes de exercícios do professor virtual de línguas – mas, obviamente, apenas se as aplicações estiverem instaladas.
Os avisos virão apenas nos horários teoricamente mais adequados, exatamente como os alertas que são exibidos atualmente. Da mesma forma que, por exemplo, as rotas para casa aparecem somente quando você está perto de ir embora do trabalho, o app de caronas Lyft só aparecerá quando você estiver chegando a um aeroporto, segundo o Wall Street Journal.
De acordo com a reportagem, a ideia do Google envolve tornar a ferramenta mais útil para o usuário e também para os desenvolvedores, que ganham mais um local para “anunciar” seus serviços. E a dona do Android também pode lucrar em cima da “venda” desses espaços, embora ainda não esteja cobrando as outras empresas pela integração.
Para aproveitar a novidade, é preciso primeiro baixar a atualização do Google Now, que já deve estar disponível na Play Store. Depois, ainda será necessário dar permissão ao app para que ele possa acessar as informações de outras aplicações – que, obviamente, precisam estar instaladas no smartphone ou no tablet.
Descobrir problemas de seguranaça da internet paga faculdade de brasileiro
Aos 22 anos, jovem de Goiânia já ganhou mais de 100 prêmios e está no segundo ano do curso de Engenharia da Computação.
Desde que virou um “caçador de bugs”, em 2011, o estudante universitário Mário Gomes de Souza já recebeu mais de 100 prêmios em dinheiro por descobrir falhas na Internet, o que ajudou o jovem de 22 anos a pagar seus estudos na faculdade.
Com apenas 22 anos, Mário atualmente está no quarto período do curso de Engenharia da Computação na PUC de Goiânia e consegue pagar as mensalidades da universidade graças a esse talento para encontrar vulnerabilidades de segurança. “Um único prêmio pode pagar dois meses da minha faculdade”, explica.
Para se ter uma ideia, o estudante já recebeu mais de 30 prêmios apenas por suas participações no programa global de recompensas para bugs da PayPal, chamado de Bug Bounty Program (ou Programa Caça Bugs). Os valores podem superar 20 mil reais, segundo a empresa, dependendo do tipo e do grau de complexidade da falha detectada.
Auto-didata desde que começou a mexer com computadores aos 12 anos, Mário revela que atualmente usa o tempo livre aos finais de semana para encontrar bugs na web e manter o lucrativo hobby que sustenta os estudos. “No início era um dinheiro relativamente fácil de ganhar. Até porque antes havia mais bugs e menos pesquisadores no mercado”, revela.
Além de estudar à noite e ser “caçador de bugs” aos fins de semana, o jovem ainda encontra tempo para trabalhar com a venda de firewall de segurança e planeja abrir uma empresa de consultoria quando terminar a faculdade, com duração prevista de cinco anos.
PayPal
Segundo a PayPal, profissionais de cerca de 50 países já participaram do seu programa de recompensa para bugs, criado há dois anos. Mário é apenas um dos dois brasileiros presentes nesta seleta lista.
Após o pesquisador enviar a possível vulnerabilidade para o PayPal, a empresa submete os dados à equipe interna de segurança, que irá então avaliar as informações. Caso seja atestada a veracidade, os engenheiros da companhia trabalham em uma solução para o problema.
Supercarro elétrico da Tesla ganha aceleração com atualização de software
Uma atualização de software trará mais aceleração ao supercarro elétrico da Tesla Motors. O Model S P85D irá de 0 a 96,5 km/h em 3.1 segundos. Antes, o veículo era 0.1 segundo mais lento.
A atualização chegará aos veículos diretamente (over-the-air) em breve. Elon Musk, bilionário sul-africano e CEO da Tesla, informou a novidade em seu perfil no Twitter.
Índia começa a instalar maior rede de fibra ótica do mundo
Com preço de 4,5 bilhões de euros, o projeto irá instalar 600 mil quilômetros de cabos no país
O distrito de Idukki, no estado de Kerala, tornou-se nesta semana a primeira região da Índia a ser conectada à Rede Nacional de Fibra Óptica do país, que promete ser o maior sistema desse tipo no planeta.
A magnitude do projeto é considerada inédita na história no país, em termos de custo, volume de trabalho, abrangência geográfica e extensão dos cabos de fibra ótica que precisarão ser conectados.
Com preço de 4,5 bilhões de euros, o projeto irá instalar 600 mil quilômetros de cabos de fibra ótica, com velocidade de 100 megabits por segundo.
A iniciativa quer conectar 250 mil centros locais de internet em 631 distritos do país.
De acordo com um relatório da Associação de Internet da Índia, o crescimento do uso de computadores poderia ajudar a economia do país crescer 200 bilhões de dólares até 2020, aumentando em 5% o Produto Interno Bruto indiano.
O relatório também afirma que o número de usuários de internet na Índia irá pular dos 190 milhões atuais para mais de 500 milhões, enquanto o número de usuários em áreas rurais irá atingir 210 milhões até 2018.
O governo indiano espera completar a rede de fibra óptica até março de 2017.
Nintendo irá dividir até 70% de sua receita com youtubers de games
Os YouTubers que se inscreverem no ‘Creators Program’, que ainda está em fase beta, poderão registar vídeos individuais ou canais inteiros que contenham conteúdo de jogos feitos pela Nintendo. Em troca, a Nintendo deixará o criador de vídeo ficar com uma parte da receita publicitária gerada pelo vídeo, sendo 60% para vídeos individuais ou 70% para canais inteiros.
O programa, porém, possui uma série de restrições que limitam como os criadores de vídeo podem utilizar os jogos da Nintendo em seus vídeos e como podem lucrar com eles – e a divisão da receita se aplica apenas a uma pequena parte do catálogo de jogos da empresa.
Aqueles que se registram no programa são avisados para "terem certeza de que seus vídeos não contenham material protegido por direitos autorais de terceiros ou conteúdo de jogos não confirmados".
A lista de jogos suportados pela Nintendo deixa de fora uma grande variedade de seu catálogo.Entre os jogos publicados inelegíveis para o programa estão títulos recentes do Wii U, como Captain Toad's Treasure Tracker e Bayonetta, e clássicos como Star Fox 64 e The Legend of Zelda: Ocarina of Time, e todos os jogos da série Super Smash Bros.
Para se inscrever no programa, basta clicar aqui.
Selfie utilizada como foto de passaporte ?
Irlanda passará a aceitar autorretrato como foto oficial de novo documento. Novos pedidos serão efetuados por meio de aplicativo a partir de julho deste ano
A partir de julho, a Irlanda passará aceitar pedidos de passaporte por um meio até então inédito. Em anúncio feito esta semana pelo Ministério das Relações Internacionais, o órgão responsável pela emissão do documento aceitará como foto 'oficial' uma selfie. O novo documento trata-se de um cartão magnético que poderá ser solicitado via aplicativo.
Por meio da própria ferramenta, cidadãos irlandeses maiores de 18 anos poderão efetuar o pedido e tirar a foto. Mas não pense que qualquer imagem será aceita pela instituição. Um software do app será responsável por 'avaliar' se o autorretrato está dentro dos padrões internacionais.
O documento terá validade de cinco anos e custará 35 euros, algo em torno de R$105. Porém há um detalhe. Os cartões pedidos a partir do aplicativo só serão enviados para aqueles que já possuem um passaporte. Segundo o Ministério do país, a proposta é que o novo documento atue também como um substituto para o oficial em visitas a países europeus que não solicitem vistos.
O cartão será aceito em todos os 28 países da União Europeia, mais Islândia, Noruega e Liechtenstein, participantes da Área Econômica Europeia.
Ativadores de fraude na era dos dispositivos móveis inteligentes
Pagamentos móveis se tornarão norma, o que colocaria os smartphones no centro de nossas transações – e alvo desejável para os criminosos
JOÃO PROENÇA*
Os fraudadores nunca dormem. Eles sempre encontram formas novas e mais sofisticadas para enganar assinantes de rede móvel e aficionados em tecnologia. Relatórios recentes sobre segurança cibernética mostram que temos hoje uma quantidade crescente de aplicativos maliciosos rodando em dispositivos Android. Alguns poderiam dizer que esses aplicativos são apenas uma preocupação de segurança para usuários de smartphones, semelhante a vírus ou Trojans (Cavalo de Tróia) em computadores. No entanto, com a crescente evolução do poder da computação em dispositivos móveis e do estado de hiperconectividade da nossa vida, as operadoras devem prestar atenção em como essas questões de segurança podem abrir caminhos para a fraude.
Alguns desses aplicativos maliciosos podem ser baixados diretamente da loja Google Play e até mesmo fornecer um propósito legítimo para o usuário, como um papel de parede dinâmico ou um jogo de vídeo. O que não está claro para os usuários, em primeiro lugar, é que esses aplicativos aparentemente simples escondem um mecanismo malicioso por baixo. Um dos exemplos mais surpreendentes que temos visto nos últimos meses foi a descoberta de que alguns aplicativos no Google Play eram esquemas escondidos para usar moedas digitais –bitcoin para roubar ciclos de processos de smartphone como parte de uma grande rede cryptocurrency-mining. Mas o exemplo mais comum de software malicioso em dispositivos móveis é o SMS-Trojan, utilizados como ativadores para a fraude PRS, que envia mensagens para números de tarifa majorada sem permissão ou o conhecimento do usuário.
O que tudo isso nos mostra é que o impulso na adoção de smartphones e nas capacidades dos seus aplicativos criou um domínio rico para falhas de segurança a serem exploradas por fraudadores. Se você pensar sobre isso, são facilitadores muito convenientes do ponto de vista de um fraudador: fácil de espalhar-se em milhões de dispositivos, à distância e com um baixo risco de ser pego pelos investigadores. Tomemos como exemplo o SMS-Trojan. O que antes exigiam um fraudador viajar para o exterior para exercer atividades para comprometer os terminais móveis, tais como o roubo ou a engenharia social, agora pode ser realizado com um pedaço de software codificado que pode espalhar-se rapidamente para um grande grupo de usuários através de uma loja de app.
Com os usuários de smartphones acessando cada vez mais suas contas bancárias através de aplicativos bancários on-line, fazendo login em vários serviços de e-mail e rede social e armazenando suas informações pessoais, nós poderíamos ver aplicativos maliciosos se tornando os viabilizadores preferenciais para os fraudadores, permitindo-lhes realizar todos os tipos de fraude. E não vamos esquecer que todos nós estamos prevendo um futuro em que os pagamentos móveis se tornarão norma (através de serviços como o Google Wallet ou Apple Pay), o que colocaria os smartphones no centro de nossas transações – outro alvo desejável para os criminosos em todos os lugares .
Este domínio de ativadores de fraude é um desafio para as operadoras, que tornam-se veículos espalhadores de tais mecanismos, uma vez que as aplicações são transferidas através de suas redes de dados. Os CSPs começam cada vez mais a enfrentar um número crescente de fontes altamente sofisticadas de fraude. O uso de Big Data e Deep Packet Inspection (DPI), dentro de um sistema de gerenciamento de fraudes, poderia ser chave para lidar com essas ameaças novas e complexas. Ao permitir um maior acompanhamento e compreensão dos comportamentos de um número maciço de dispositivos, estas tecnologias podem ser armas valiosas para lidar com as ameaças da próxima geração.
*João Proença é gerente de produtos de Marketing da WeDo Technologies.
Por um código de conduta para os cientistas de dados
Deve-se cobrar de profissionais de Big Data altos níveis de padrões éticos, assim como se faz com médicos e advogados
Cindy Waxer, CIO/EUA
Mais do que simplesmente bits e bytes, Big Data é agora uma oportunidade de negócio multibilionário. Organizações mais experientes, dos varejistas aos fabricantes, estão rapidamente descobrindo o poder de transformar em insights os códigos postais dos consumidores e seu histórico de compras. Na verdade, o McKinsey Global Institute, braço de pesquisa da McKinsey & Co., estima que o Big Data possa aumentar os lucros no setor de varejo em 60%. E estudo recente do Boston Consulting Group revela que os dados pessoais podem ajudar as empresas a atingirem maior eficiência de negócios e personalizar novos produtos.
Mas ao mesmo tempo que aproveitar o poder da análise de dados é claramente uma vantagem competitiva, a mineração de dados com excesso de zelo pode facilmente sair pela culatra. Com as empresas tornando-se especialistas no fatiamento de dados para revelar detalhes tão pessoais como a inadimplência das hipotecas e os riscos de ataque cardíaco, a ameaça de violações de privacidade cresce.
Basta perguntar a Kord Davis, estrategista digital e autor de Ética da Big Data: Risco de equilíbrio e Inovação. Segundo ele, "os valores que você infundir em suas práticas de manipulação de dados pode ter algumas consequências muito reais".
"As organizações que são transparentes sobre o seu uso de dados são capaz de usar isso como uma vantagem competitiva", afirma Davis. "As pessoas estão começando a se tornar muito interessadas no que pode acontecer lá fora, com seus dados. Portanto, organizações éticas no compartilhamento de informações estarão uma posição muito melhor par se tornarem confiáveis."
Honestidade é realmente a melhor política
Profissionais de TI estão descobrindo que equilibrar o poder de algoritmos sofisticados com os direitos do consumidor é mais do que evitar a má publicidade ou a perda de vendas. Nos dias de hoje, vale a pena ser honesto - literalmente.
Muitos CIOs e cientistas de dados já enfrentam o desafio de calcular o valor real dos dados confidenciais e seus insights respeitando os direitos dos consumidores e até mesmo procurando ganhar a sua confiança. Como a disponibilidade de dados cresce, e as técnicas de manipulação se multiplicam, alguns profissionais de TI estão tomando o assunto em suas próprias mãos, com abordagens inovadoras para a prevenção de abusos.
A empresa de análise de dados californiana Retention Science é um exemplo perfeito. Usa algoritmos de previsão e dados, como renda familiar, histórico de compras e pontuação de crédito para ajudar as empresas a preverem a probabilidade de compra de um cliente e criarem campanhas de retenção. Além dos dados fornecidos pelo cliente, a Retention Science também conta com os dados que licencia de terceiros para atingir os consumidores certos, no momento certo.
Para criar campanhas direcionadas respeitando a privacidade dos consumidores a Retention Science estabeleceu regras rígidas e rápidas que regem o uso de dados. Por um lado, a empresa se recusa a compartilhar dados entre clientes. Por exemplo, se a Gap fosse cliente, e tivesse fornecido dados de consumidores à Retention Science, essa informação jamais seria compartilhada - mesmo anonimamente - com outros clientes de varejo.
Além disso, apesar de lidar com terabytes de dados confidenciais, a Retention Science obriga que todos os seus cientistas de dados, muitos dos quais professores e pesquisadores, assinem acordos de confidencialidade. "Eles não têm permissão para compartilhar ou usar os dados em qualquer outro lugar ou para suas próprias publicações", diz Jerry Jao, CEO da companhia.
Além de manter seus próprios funcionários responsáveis pela confidencialidade dos dados, a Retention Science também "só trabalha com empresas totalmente empenhadas em obter o consentimento dos consumidores antes de usar seus dados", diz Jao. "Nós não queremos incluir informações de indivíduos se eles não concederem no acesso a elas em primeiro lugar."
Transparência também é importante
Embora a definição de controles internos ajude, as empresas interessadas na mineração de dados podem dar um passo adiante, oferecendo aos consumidores acesso em primeira mão sobre tudo o que sabem sobre eles. A BlueKai, de Cupertino, também na Califórnia, é um bom exemplo de política de livro aberto. Ela oferece uma plataforma de gerenciamento de dados na qual comerciantes e editores podem gerenciar e ativar dados para a construção de campanhas de marketing direcionadas. Em 2008, a BlueKai decidiu lançar um portal online onde os consumidores pudessem descobrir os cookies da BlueKai e de seus parceiros e os dados recolhidos a partir deles, item por item, com base em seus históricos de navegação.
Considere, por exemplo, uma mulher interessada em comprar uma bicicleta vermelha. Como ela visita diferentes sites de artigos esportivos que fazem parceria com BlueKai, uma coleção de cookies anônimos são armazenados em seu browser. Com base nesse histórico de navegação, parceiros de marketing da BlueKai exibem anúncios comportamentais no computador da mulher, relevantes para sua busca pela bicicleta vermelha ideal.
A BlueKai torna esse processo mais transparente, e ainda permite que os visitantes optem por sair do registro totalmente ou por atualizar seus perfis anônimos, alterando as suas preferencias.
De acordo com Omar Tawakol, CEO da BlueKai, o pensamento por trás dessa prática da companhia é o de que, "se há dados conhecidos e negociáveis, eles devem ser completamente controlados pelos consumidores." Por esta razão, a BlueKai também incentiva seus parceiros a promoverem uma maior transparência, adotando a prática em seus próprios sites.
"A beleza do que fazemos é que não quero saber quem você é", diz Tawakol. "Nós não queremos saber o nome de ninguém. Nós não queremos saber nada reconhecível sobre o consumidor. Tudo o que queremos é mostrar a ele que os cookies são acessíveis, e têm atributos associados a eles."
A BlueKai não é o único grande player do mercado de análise de dados a distribuir passes para os bastidores. O marketing da empresa de tecnologia Acxiom ganhou as manchetes recentemente ao lançar o AboutTheData.com, um site gratuito onde as pessoas podem ver algumas das informações que a empresa reúne sobre elas. Detalhes variam do estado civil ao tipo de veículo que elas dirigem. Basta digitar informações pessoais chave para descobrir o que os anunciantes estão usando para ajudar a adequar as suas mensagens de marketing.
O fato de que poderosos corretores de dados, como a Acxiom, estejam ajudando a desmistificar as iniciativas de marketing baseadas em dados não é nenhuma surpresa para Tawakol, CEO da BlueKai. Ele acredita que as empresas não têm escolha, a não ser responder positivamente às mudanças sentimento do consumidor em torno de privacidade de dados. "Anos atrás, as pessoas construíram empresas de dados nas sombras onde os consumidores não tinham qualquer controle", diz ele. "Estamos em uma era diferente agora - os consumidores querem e devem estar no controle."
Mas na opinião de Kord Davis, o movimento em direção a uma maior transparência é cínico. Observando que "as organizações estão começando a enfrentar um escrutínio cada vez mais rigoroso em torno de suas práticas de dados", Davis alerta que muitas iniciativas que prometem às pessoas uma visão sobre como estão sendo monitoradas não passam de jogadas de marketing. "Eles não revelam, de fato, quem está comprando esses dados e o que estão fazendo com ele", argumenta o estrategistas.
Políticas de uso sob ataque
Infelizmente, a maior transparência nem sempre se traduz em uma maior compreensão. As políticas de privacidade dos titãs da indústria, tais como Facebook e Google têm estado sob fogo cerrado, por serem de difícil compreensão. Apresentadas como um tratado de 70 páginas cheias de termos vagos como "informações não pessoalmente identificáveis," algumas políticas têm provocado arrepios nos reguladores norte-americanos.
"As pessoas não entendem o que estão aceitando", diz Davis. "As organizações tornam os termos de uso muito mais complicados do que deveriam ser." Além disso, acrescenta, "ler todos os termos de serviços que recebemos levaria 76 dias do ano."
Isso não significa que as políticas de privacidade não tenham valor no mundo do Big Data. Apenas que as empresas precisam "comunicar melhor o valor que os consumidores receberão em troca das informações que entregam".
Em uma recente pesquisa global, realizada pela Infosys, 39% dos entrevistados disseram que consideram que a mineração de dados invasiva. E 72% disseram que não sentem que as promoções online ou e-mails que recebam estejam diretamente relacionados aos seus interesses e necessidades pessoais. No entanto, segundo Nans Sivaram, da Infosys, "os consumidores estão dispostos a fornecer informações pessoais, desde que haja boa razão para isso."
Por um lado, os consumidores querem receber produtos e serviços altamente direcionados e personalizado. Por outro lado, não querem sentir que seus dados pessoais estejam sendo usados para gerar lucro.
"Os varejistas precisam fazer um trabalho muito melhor de uso dos dados que já possuem para atingir seus clientes", diz Sivaram. "Têm que ter cuidado para que esse uso não seja visto como invasivo, para não terem problemas e perderem a confiança de seus clientes." Então, qual é a solução? De acordo com Sivaram, a resposta é "estabelecer os incentivos corretos" para que as pessoas concordem em divulgar seus dados pessoais.
A mesma regra de reciprocidade se aplica ao conteúdo online. Diz Tawakol, da BlueKai: "Quando você pergunta se as pessoas preferem pagar por seu conteúdo ou terem anúncios direcionados ao lado desse conteúdo, geralmente 90% das pessoas preferem ter conteúdo patrocinado. "
A definição de um código de conduta
No entanto, nem todos acreditam que a carga deve ser colocada sobre o consumidor. Não de trata apenas de fazê-lo concordar alegremente em compartilhar seus dados, decifrar as confusas políticas de privacidade ou pontuações de crédito para a troca de cupons de supermercado. Na opinião de Michael Walker, os profissionais Big Data devem adotar um código de ética. Sócio-gerente da Rosa Business Technologies, integradora de sistemas com base em Denver, Walker elaborou um código de conduta para os profissionais de Big Data que cobre tudo, desde o papel dos cientistas de dados até suas responsabilidades diárias.
De acordo com Michael Walker, deve-se cobrar dos cientistas de dados altos níveis de padrões éticos, assim como se faz com médicos e advogados. Para esse fim ele criou um conjunto de mandamentos para os trituradores de dados – uma lista que tem como objetivo manter os cientistas de dados na conduta correta enquanto preserva a privacidade do consumidor.
Na visão de Walker, os cientistas de dados não devem:
1. Falhar em utilizar métodos científicos no desempenho da ciência de dados.
2. Falhar em classificar a qualidade da evidência de uma maneira razoável e compreensível para o cliente.
3. Alegar que evidências fracas ou incertas sejam evidências fortes.
4. Fazer mau uso de evidências fracas ou incertas para comunicar uma realidade falsa ou promover uma ilusão de compreensão.
5. Falhar em classificar a qualidade dos dados de modo razoável e compreensível para o cliente.
6. Alegar que dados ruins ou incertos são dados bons.
7. Fazer mau uso de dados de qualidade ruim ou incerta para comunicar uma realidade falsa ou promover uma ilusão de compreensão.
8. Falhar em divulgar tudo e todos os resultados de ciência de dados ou envolver- se no ocultamento de evidências.
9. Falhar em tentar replicar os resultados da ciência de dados.
10. Falhar em divulgar que tais resultados de ciência de dados não puderam ser replicados.
11. Fazer mal uso dos resultados da ciência de dados para comunicar uma realidade falsa ou promover uma ilusão de compreensão.
12. Falhar em divulgar experimentos fracassados ou evidências refutativas familiares ao cientista de dados para ser diretamente adverso à posição do cliente.
13. Oferecer evidência que o cientista de dados sabe ser falsa.
Caso um cientista de dados questione a qualidade dos dados ou evidência, ele deve divulgar isto para o cliente. Caso um cientista tenha oferecido evidência material e depois descubra que a mesma é falsa, ele deve tomar as medidas corretivas razoáveis, incluindo a divulgação para o cliente. Um cientista de dados deve divulgar e rotular as evidências que ele acredita razoavelmente serem falsas.
"As empresas estão começando a entender o perigo de utilizações secundárias de informação e dos abusos com os dados pessoais das pessoas", diz Walker. "Uma vez que elas começam a pensar sobre isso, passam a ser muito favoráveis à adoção de um código de ética."
De fato, em uma pesquisa de agosto de 2013, conduzida pela Revolution Analytics, 80% dos entrevistados disseram concordar com a existência de um quadro ético para coleta e uso de dados. E mais da metade dos cientistas de dados pesquisados concordaram que a ética já desempenha um papel importante em suas pesquisas.
"A minha solução é ter algum tipo de código de conduta profissional que os cientistas de dados concordem voluntariamente a seguir para proteger os dados confidenciais das pessoas", diz Walker. Só através da criação de uma espécie de Juramento de Hipócrates para profissionais de análises de dados, Walker acredita que os cientistas de dados venham a ter as bases morais e legais para se recusarem a usar dados de maneiras que ameacem violar os direitos de privacidade dos consumidores.
Walker não é o primeiro a conceber um código de ética para os analistas. No início deste ano, o Institute for Operations Research and the Management Sciences (INFORMS) elaborou um código de ética para acompanhar o lançamento do seu programa de certificação Certified Professional Analytics (CAP).
No entanto, Davis acredita que apesar das nobres intenções nobres, é muito fácil deixar de cumprir um código de ética” escrito em um pedaço de papel e esquecido no fundo de uma gaveta". O desafio, diz ele, "é compreender o que você realmente faz com dados e alinhar com os valores compartilhados na organização." Infelizmente, diz ele, determinar os reais valores de uma organização, e se as suas práticas de dados refletem ou não essas prioridades, é uma conversa muito diferente da que estamos acostumados a ver em um ambiente “empresarial."
Há ainda profissionais de TI que sustentem a tese de que a proteção da privacidade simplesmente não é trabalho de um cientista de dados. “O trabalho deles é extrair insights interessantes a partir dos dados", diz Ryan Kalember, diretor de produto da WatchDox, fornecedora de ferramentas de segurança de Palo Alto, na Califórnia.
Mercado irá conduzir respostas
Na opinião de Tawakol, as mudanças na consciência do consumidor sobre a privacidade de dados (ou a falta dela) têm muito mais chance de estimular reformas nas práticas de coleta de dados do que as legislações. Empresas que continuarem insistindo em não serem transparentes serão ultrapassadas.
"Há muitas vantagens em ter os dados analisados e empresas adaptando produtos e serviços específicos para as preferências dos clientes. Mas é realmente interesse das empresas respeitarem os dados privados das pessoas?", pergunta ele.
Mas ao mesmo tempo que aproveitar o poder da análise de dados é claramente uma vantagem competitiva, a mineração de dados com excesso de zelo pode facilmente sair pela culatra. Com as empresas tornando-se especialistas no fatiamento de dados para revelar detalhes tão pessoais como a inadimplência das hipotecas e os riscos de ataque cardíaco, a ameaça de violações de privacidade cresce.
Basta perguntar a Kord Davis, estrategista digital e autor de Ética da Big Data: Risco de equilíbrio e Inovação. Segundo ele, "os valores que você infundir em suas práticas de manipulação de dados pode ter algumas consequências muito reais".
"As organizações que são transparentes sobre o seu uso de dados são capaz de usar isso como uma vantagem competitiva", afirma Davis. "As pessoas estão começando a se tornar muito interessadas no que pode acontecer lá fora, com seus dados. Portanto, organizações éticas no compartilhamento de informações estarão uma posição muito melhor par se tornarem confiáveis."
Honestidade é realmente a melhor política
Profissionais de TI estão descobrindo que equilibrar o poder de algoritmos sofisticados com os direitos do consumidor é mais do que evitar a má publicidade ou a perda de vendas. Nos dias de hoje, vale a pena ser honesto - literalmente.
Muitos CIOs e cientistas de dados já enfrentam o desafio de calcular o valor real dos dados confidenciais e seus insights respeitando os direitos dos consumidores e até mesmo procurando ganhar a sua confiança. Como a disponibilidade de dados cresce, e as técnicas de manipulação se multiplicam, alguns profissionais de TI estão tomando o assunto em suas próprias mãos, com abordagens inovadoras para a prevenção de abusos.
A empresa de análise de dados californiana Retention Science é um exemplo perfeito. Usa algoritmos de previsão e dados, como renda familiar, histórico de compras e pontuação de crédito para ajudar as empresas a preverem a probabilidade de compra de um cliente e criarem campanhas de retenção. Além dos dados fornecidos pelo cliente, a Retention Science também conta com os dados que licencia de terceiros para atingir os consumidores certos, no momento certo.
Para criar campanhas direcionadas respeitando a privacidade dos consumidores a Retention Science estabeleceu regras rígidas e rápidas que regem o uso de dados. Por um lado, a empresa se recusa a compartilhar dados entre clientes. Por exemplo, se a Gap fosse cliente, e tivesse fornecido dados de consumidores à Retention Science, essa informação jamais seria compartilhada - mesmo anonimamente - com outros clientes de varejo.
Além disso, apesar de lidar com terabytes de dados confidenciais, a Retention Science obriga que todos os seus cientistas de dados, muitos dos quais professores e pesquisadores, assinem acordos de confidencialidade. "Eles não têm permissão para compartilhar ou usar os dados em qualquer outro lugar ou para suas próprias publicações", diz Jerry Jao, CEO da companhia.
Além de manter seus próprios funcionários responsáveis pela confidencialidade dos dados, a Retention Science também "só trabalha com empresas totalmente empenhadas em obter o consentimento dos consumidores antes de usar seus dados", diz Jao. "Nós não queremos incluir informações de indivíduos se eles não concederem no acesso a elas em primeiro lugar."
Transparência também é importante
Embora a definição de controles internos ajude, as empresas interessadas na mineração de dados podem dar um passo adiante, oferecendo aos consumidores acesso em primeira mão sobre tudo o que sabem sobre eles. A BlueKai, de Cupertino, também na Califórnia, é um bom exemplo de política de livro aberto. Ela oferece uma plataforma de gerenciamento de dados na qual comerciantes e editores podem gerenciar e ativar dados para a construção de campanhas de marketing direcionadas. Em 2008, a BlueKai decidiu lançar um portal online onde os consumidores pudessem descobrir os cookies da BlueKai e de seus parceiros e os dados recolhidos a partir deles, item por item, com base em seus históricos de navegação.
Considere, por exemplo, uma mulher interessada em comprar uma bicicleta vermelha. Como ela visita diferentes sites de artigos esportivos que fazem parceria com BlueKai, uma coleção de cookies anônimos são armazenados em seu browser. Com base nesse histórico de navegação, parceiros de marketing da BlueKai exibem anúncios comportamentais no computador da mulher, relevantes para sua busca pela bicicleta vermelha ideal.
A BlueKai torna esse processo mais transparente, e ainda permite que os visitantes optem por sair do registro totalmente ou por atualizar seus perfis anônimos, alterando as suas preferencias.
De acordo com Omar Tawakol, CEO da BlueKai, o pensamento por trás dessa prática da companhia é o de que, "se há dados conhecidos e negociáveis, eles devem ser completamente controlados pelos consumidores." Por esta razão, a BlueKai também incentiva seus parceiros a promoverem uma maior transparência, adotando a prática em seus próprios sites.
"A beleza do que fazemos é que não quero saber quem você é", diz Tawakol. "Nós não queremos saber o nome de ninguém. Nós não queremos saber nada reconhecível sobre o consumidor. Tudo o que queremos é mostrar a ele que os cookies são acessíveis, e têm atributos associados a eles."
A BlueKai não é o único grande player do mercado de análise de dados a distribuir passes para os bastidores. O marketing da empresa de tecnologia Acxiom ganhou as manchetes recentemente ao lançar o AboutTheData.com, um site gratuito onde as pessoas podem ver algumas das informações que a empresa reúne sobre elas. Detalhes variam do estado civil ao tipo de veículo que elas dirigem. Basta digitar informações pessoais chave para descobrir o que os anunciantes estão usando para ajudar a adequar as suas mensagens de marketing.
O fato de que poderosos corretores de dados, como a Acxiom, estejam ajudando a desmistificar as iniciativas de marketing baseadas em dados não é nenhuma surpresa para Tawakol, CEO da BlueKai. Ele acredita que as empresas não têm escolha, a não ser responder positivamente às mudanças sentimento do consumidor em torno de privacidade de dados. "Anos atrás, as pessoas construíram empresas de dados nas sombras onde os consumidores não tinham qualquer controle", diz ele. "Estamos em uma era diferente agora - os consumidores querem e devem estar no controle."
Mas na opinião de Kord Davis, o movimento em direção a uma maior transparência é cínico. Observando que "as organizações estão começando a enfrentar um escrutínio cada vez mais rigoroso em torno de suas práticas de dados", Davis alerta que muitas iniciativas que prometem às pessoas uma visão sobre como estão sendo monitoradas não passam de jogadas de marketing. "Eles não revelam, de fato, quem está comprando esses dados e o que estão fazendo com ele", argumenta o estrategistas.
Políticas de uso sob ataque
Infelizmente, a maior transparência nem sempre se traduz em uma maior compreensão. As políticas de privacidade dos titãs da indústria, tais como Facebook e Google têm estado sob fogo cerrado, por serem de difícil compreensão. Apresentadas como um tratado de 70 páginas cheias de termos vagos como "informações não pessoalmente identificáveis," algumas políticas têm provocado arrepios nos reguladores norte-americanos.
"As pessoas não entendem o que estão aceitando", diz Davis. "As organizações tornam os termos de uso muito mais complicados do que deveriam ser." Além disso, acrescenta, "ler todos os termos de serviços que recebemos levaria 76 dias do ano."
Isso não significa que as políticas de privacidade não tenham valor no mundo do Big Data. Apenas que as empresas precisam "comunicar melhor o valor que os consumidores receberão em troca das informações que entregam".
Em uma recente pesquisa global, realizada pela Infosys, 39% dos entrevistados disseram que consideram que a mineração de dados invasiva. E 72% disseram que não sentem que as promoções online ou e-mails que recebam estejam diretamente relacionados aos seus interesses e necessidades pessoais. No entanto, segundo Nans Sivaram, da Infosys, "os consumidores estão dispostos a fornecer informações pessoais, desde que haja boa razão para isso."
Por um lado, os consumidores querem receber produtos e serviços altamente direcionados e personalizado. Por outro lado, não querem sentir que seus dados pessoais estejam sendo usados para gerar lucro.
"Os varejistas precisam fazer um trabalho muito melhor de uso dos dados que já possuem para atingir seus clientes", diz Sivaram. "Têm que ter cuidado para que esse uso não seja visto como invasivo, para não terem problemas e perderem a confiança de seus clientes." Então, qual é a solução? De acordo com Sivaram, a resposta é "estabelecer os incentivos corretos" para que as pessoas concordem em divulgar seus dados pessoais.
A mesma regra de reciprocidade se aplica ao conteúdo online. Diz Tawakol, da BlueKai: "Quando você pergunta se as pessoas preferem pagar por seu conteúdo ou terem anúncios direcionados ao lado desse conteúdo, geralmente 90% das pessoas preferem ter conteúdo patrocinado. "
A definição de um código de conduta
No entanto, nem todos acreditam que a carga deve ser colocada sobre o consumidor. Não de trata apenas de fazê-lo concordar alegremente em compartilhar seus dados, decifrar as confusas políticas de privacidade ou pontuações de crédito para a troca de cupons de supermercado. Na opinião de Michael Walker, os profissionais Big Data devem adotar um código de ética. Sócio-gerente da Rosa Business Technologies, integradora de sistemas com base em Denver, Walker elaborou um código de conduta para os profissionais de Big Data que cobre tudo, desde o papel dos cientistas de dados até suas responsabilidades diárias.
De acordo com Michael Walker, deve-se cobrar dos cientistas de dados altos níveis de padrões éticos, assim como se faz com médicos e advogados. Para esse fim ele criou um conjunto de mandamentos para os trituradores de dados – uma lista que tem como objetivo manter os cientistas de dados na conduta correta enquanto preserva a privacidade do consumidor.
Na visão de Walker, os cientistas de dados não devem:
1. Falhar em utilizar métodos científicos no desempenho da ciência de dados.
2. Falhar em classificar a qualidade da evidência de uma maneira razoável e compreensível para o cliente.
3. Alegar que evidências fracas ou incertas sejam evidências fortes.
4. Fazer mau uso de evidências fracas ou incertas para comunicar uma realidade falsa ou promover uma ilusão de compreensão.
5. Falhar em classificar a qualidade dos dados de modo razoável e compreensível para o cliente.
6. Alegar que dados ruins ou incertos são dados bons.
7. Fazer mau uso de dados de qualidade ruim ou incerta para comunicar uma realidade falsa ou promover uma ilusão de compreensão.
8. Falhar em divulgar tudo e todos os resultados de ciência de dados ou envolver- se no ocultamento de evidências.
9. Falhar em tentar replicar os resultados da ciência de dados.
10. Falhar em divulgar que tais resultados de ciência de dados não puderam ser replicados.
11. Fazer mal uso dos resultados da ciência de dados para comunicar uma realidade falsa ou promover uma ilusão de compreensão.
12. Falhar em divulgar experimentos fracassados ou evidências refutativas familiares ao cientista de dados para ser diretamente adverso à posição do cliente.
13. Oferecer evidência que o cientista de dados sabe ser falsa.
Caso um cientista de dados questione a qualidade dos dados ou evidência, ele deve divulgar isto para o cliente. Caso um cientista tenha oferecido evidência material e depois descubra que a mesma é falsa, ele deve tomar as medidas corretivas razoáveis, incluindo a divulgação para o cliente. Um cientista de dados deve divulgar e rotular as evidências que ele acredita razoavelmente serem falsas.
"As empresas estão começando a entender o perigo de utilizações secundárias de informação e dos abusos com os dados pessoais das pessoas", diz Walker. "Uma vez que elas começam a pensar sobre isso, passam a ser muito favoráveis à adoção de um código de ética."
De fato, em uma pesquisa de agosto de 2013, conduzida pela Revolution Analytics, 80% dos entrevistados disseram concordar com a existência de um quadro ético para coleta e uso de dados. E mais da metade dos cientistas de dados pesquisados concordaram que a ética já desempenha um papel importante em suas pesquisas.
"A minha solução é ter algum tipo de código de conduta profissional que os cientistas de dados concordem voluntariamente a seguir para proteger os dados confidenciais das pessoas", diz Walker. Só através da criação de uma espécie de Juramento de Hipócrates para profissionais de análises de dados, Walker acredita que os cientistas de dados venham a ter as bases morais e legais para se recusarem a usar dados de maneiras que ameacem violar os direitos de privacidade dos consumidores.
Walker não é o primeiro a conceber um código de ética para os analistas. No início deste ano, o Institute for Operations Research and the Management Sciences (INFORMS) elaborou um código de ética para acompanhar o lançamento do seu programa de certificação Certified Professional Analytics (CAP).
No entanto, Davis acredita que apesar das nobres intenções nobres, é muito fácil deixar de cumprir um código de ética” escrito em um pedaço de papel e esquecido no fundo de uma gaveta". O desafio, diz ele, "é compreender o que você realmente faz com dados e alinhar com os valores compartilhados na organização." Infelizmente, diz ele, determinar os reais valores de uma organização, e se as suas práticas de dados refletem ou não essas prioridades, é uma conversa muito diferente da que estamos acostumados a ver em um ambiente “empresarial."
Há ainda profissionais de TI que sustentem a tese de que a proteção da privacidade simplesmente não é trabalho de um cientista de dados. “O trabalho deles é extrair insights interessantes a partir dos dados", diz Ryan Kalember, diretor de produto da WatchDox, fornecedora de ferramentas de segurança de Palo Alto, na Califórnia.
Mercado irá conduzir respostas
Na opinião de Tawakol, as mudanças na consciência do consumidor sobre a privacidade de dados (ou a falta dela) têm muito mais chance de estimular reformas nas práticas de coleta de dados do que as legislações. Empresas que continuarem insistindo em não serem transparentes serão ultrapassadas.
"Há muitas vantagens em ter os dados analisados e empresas adaptando produtos e serviços específicos para as preferências dos clientes. Mas é realmente interesse das empresas respeitarem os dados privados das pessoas?", pergunta ele.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Microsoft lança app Outlook que funciona em iOS e Android e distribui pacote office gratuito
Outlook 2016: Microsoft tomou várias iniciativas destinadas a integrar a marca no mundo os dispositivos móveis
O aplicativo, já muito utilizado em termos empresariais, permite ao usuário ter acesso ao Outlook de aparelhos móveis como iPhones, iPads, tablets e telefones que usam o sistema operacional Android.
Sob a direção de seu novo chefe, Satya Nadella, a Microsoft tomou várias iniciativas destinadas a integrar a marca no mundo os dispositivos móveis porque cada vez menos as pessoas usam computadores.
Microsoft distribui Office grátis para atrair mais usuários
A companhia também lançou um aplicativo para o programa de email Outlook poder ser executado em iPhones e iPads, na expectativa de atrair milhões de usuários que utilizam o software diariamente no trabalho.
Oo lançamentos são as mais recentes apostas do presidente-executivo, Satya Nadella, para tentar recuperar iniciativa na batalha pelos usuários de dispositivos móveis, onde a Microsoft está bem atrás de Apple e Google.
Nadella quebrou décadas de tradição em março ao liberar gratuitamente uma versão do Office para iPad antes que o programa estivesse disponível para aparelhos que executam o Windows.
A empresa pretende lançar uma nova versão do Office compatível com telas sensíveis a toque ainda este ano, quando lançar o Windows 10.
Bill Gates dá dicas de como será a tecnologia em 2045
Bill Gates participou ontem de uma sessão de perguntas e respostas no site Reddit. Nela, o criador da Microsoft deu dicas de como será o mundo da tecnologia em 2045.
"O progresso nos próximos 30 anos será maior do que nunca", afirmou Gates. "Uma vez que os computadores/robôs alcancem um nível de capacidade em que ver e se movimentar seja fácil para eles, eles serão usados extensivamente", disse ele no Reddit.
Durante o bate-papo, o usuário kingoftheanthill fez a seguinte pergunta a Gates: "Há alguma coisa na vida que você se arrepende de ter feito ou de ter deixado de fazer?". E a resposta que ele recebeu foi surpreendente.
"Eu me sinto muito estúpido por não saber outros idiomas", afirmou Gates.
Frustração
"Eu tentei o Duolingo por um tempo mas não tive sucesso", confessou Gates (fazendo referência ao app para aprendizagem de línguas).
Caso queira levar essa ideia adiante, Gates pode se inspirar em Mark Zuckerberg. Num evento em Pequim em outubro do ano passado, o criador do Facebook conversou em mandarim com estudantes chineses por cerca de 30 minutos.
Samsung lança linha de smartphones para selfie; preços começam em R$ 1.199
Smartphone Samsung Galaxy A3, modelo de entrada da linha A da fabricante coreana, tem tela de 4,5 polegadas e custa R$ 1.199
A Samsung apresentou a linha de smartphones Galaxy A para mercado brasileiro. Os aparelhos se diferenciam pelo design (envolto com um corpo metálico) e pela câmera de 5 megapixels frontal com uma abertura de 85 graus — o que ajuda na hora de "fazer caber" mais pessoas na selfie.
Os três aparelhos --A3, A5 e A7--, têm preços que variam entre R$ 1.199 e R$ 2.099 e chegam no varejo nas primeiras semanas de fevereiro.
Apesar de apresentarem configurações diferentes, os dispositivos têm em comum a memória de 16 GB (expansível com cartão de memória microSD), são 4G e dual-sim (suportam chips de diferentes operadoras).
Os aparelhos da linha A também contam com alguns recursos de software para melhorar a experiência de selfies, como o modo "embelezador". Com ele, o usuário consegue afinar o rosto, aumentar os olhos e retocar a pele.
Além disso, os aparelhos conseguem tirar selfies panorâmicas (que aumentam o alcance da câmera em até 120 graus), têm um modo de captura automático (basta mostrar a palma da mão que a câmera é disparada após dois segundos) e ainda permitem a criação de gifs animados.
Conheça um pouco mais sobre os aparelhos
O Galaxy A3 é o menor da linha e custa R$ 1.199. Ele tem uma tela de 4,5 polegadas Amoled, processador quad-core e uma câmera traseira de 8 megapixels.
Já o A5 tem tela de 5 polegadas Amoled, processador quad-core (de quatro núcleos) e um sensor principal de 13 megapixels. O valor sugerido por ele é R$ 1.499.
O dispositivo topo de linha é o A7. Ele conta com uma tela de 5,5 polegadas, processador octa-core (de oito núcleos) e um sensor de 13 megapixels. O smartphone chegará ao mercado custando R$ 2.099.
Computação cognitiva mudará a colaboração nas empresa
IBM crê que aprendizado de máquinas e inteligência artificial serão pontos fundamentais para a transformação digital das organizações.
FELIPE DREHER*
Chegamos próximos a um momento da história que as máquinas poderão fazer mais do que simplesmente substituir trabalhos mecânicos. A computação cognitiva se desenha como uma nova e excitante fronteira no horizonte. Os computadores passam a desempenhar uma função cada vez mais fundamental no futuro da sociedade, impactando profundamente a forma como empresas e pessoas interagem e criando novos modelos de negócio.
“Tecnologia pode, agora, fazer coisas que só as pessoas conseguiam executar anteriormente”, comenta Jeffrey Schick, gerente-geral de soluções corporativas de Social da IBM, observando que inteligência artificial e aprendizado de máquinas serão o próximo passo na evolução digital das organizações, impactando rotinas corporativas de colaboração interna e externa.
Mas quando essa revolução tende a chegar às organizações? Segundo o executivo, isso já pode ser visto nos dias de hoje. “As coisas estão acontecendo agora. Mesmo que, por enquanto, só possamos ver um número pequeno de soluções que explorem o conceito, nosso pipeline é imenso. A maturidade e sofisticação dos sistemas tendem a amplificar o uso desses recursos cada vez mais”, avalia, para cita o ditado “O que pode ser imaginado, pode ser construído”.
Não é segredo que a companhia aposta forte em ferramentas analíticas, cloud, mobilidade e social como um dos vetores de sua transformação. Além disso, há uma unidade específica que trata de assuntos como o supercomputador Watson. Essas frentes convergem – com mais ou menos intensidade – dentro das estratégias da Big Blue. Desassociá-las, contudo, parece um erro. Um exemplo disso é o tanto de importância que o Verse, lançado em novembro de 2014, ganha nas movimentações da provedora.
A ferramenta serve, além de tentar barrar avanços do Office365 e Google for Work, como um maneira de introduzir computação cognitiva nas estruturas de comunicação das organizações. A solução “freemium” traz, entre outros atributos, a possibilidade de explorar recursos do supercomputador da IBM, transformando um mero sistema de mensageria em um assistente pessoal dos trabalhadores. “Trabalhamos em uma solução na qual o Watson identifica padrões de dados de mensagens e, se eu permitir, é capaz de agendar reuniões para mim com base naquelas informações”, ilustra o executivo.
A provedora já contabiliza uma série de aplicativos desenvolvidos e que exploram recursos do Watson. Há alguns meses, a companhia oficializou que investirá US$ 1 bilhão no grupo focado no supercomputador. Os recursos destinam-se a trazer aplicações e serviços ao mercado. Do total, US$ 100 milhões serão canalizados para fomentar um ecossistema de startups e empresas orientadas à construção de apps e recursos para a plataforma. É de se esperar que novas soluções venham à tona e entreguem, ao menos parte, das possibilidades prometidas.
*O jornalista participa do ConnectED, nos Estados Unidos, a convite da IBM.
Segunda geração do Moto G 4G chega ao Brasil
Com preço sugerido de R$900, aparelho ainda conta com tela HD de 5", processador quad-core Snapdragon 400, 1GB de RAM e 16GB de memória interna.
Entre as novidades mais do que bem-vindas estão a tela de 5 polegadas com Gorila Glass, já presente na versão 3G da segunda geração do Moto G, lançada em setembro, e o suporte para dois chips, incluindo uma funcionalidade inteligente que seleciona automaticamente o chip para ligação de voz ou a tecnologia mais rápida no momento para conexão de dados.
Outras especificações incluem 16GB de memória interna, expansíveis para 32GB via microSD, processador quad-core Qualcomm Snapdragon 400, 1GB de RAM e mais uma câmera traseira de 8MP que grava vídeos em HD (720p) e outra frontal de 2MP, para selfies e videochamadas.
Vale notar ainda que a segunda geração do Moto G 4G vem com suporte para rádio FM, bateria de 2.390 mAh e com a versão mais atual do Android Lollipop (5.0.2).
O aparelho começa a ser vendido nesta quinta-feira, 29/1, pela loja online da Motorola com preço de 900 reais. Nos próximos dias, operadoras e revendas autorizadas também devem receber o produto.
Impressora 3D reproduz coração artificial e 'salva' menina de 2 anos
Coração impresso ajudou médicos em cirurgia delicada. Antes da operação, paciente tinha 50% de chances de sobrevida
Cresce a vocação de impressoras 3D para fins médicos. Dessa vez, o equipamento foi responsável por ajudar médicos numa cirurgia delicada no coração de uma garotinha britânica. Mina, que hoje tem dois anos, desde o nascimento apresentava uma doença grave no coração e os médicos disseram que ela tinha apenas 50% de chance de sobreviver. As informações são da BBC.
No coração da garota, entre as duas cavidades havia um buraco. Para resolver isso era preciso de uma cirurgia complexa. A impressora 3D, no caso, ajudou médicos a reproduzirem em tamanho real o coração da pequena paciente, o que serviu para detalhar minuciosamente o problema, dando maior segurança e visibilidade na hora da cirurgia.
Hoje Mina está bem melhor e não sente mais os sintomas de antes, como o cansaço frequente, resultado de um coração que não funciona 100%.
Samsung Gear VR traz lista gigante de alertas sobre efeitos colaterais
Em anúncio de venda nos EUA, usuário é direcionado para página com avisos sobre enjoos e outros efeitos adversos. Fato é comum em aparelhos de realidade virtual.
Disponível para venda por 200 dólares no site da Best Buy, o Gear VR inclui um link para uma página completa de avisos sobre saúde.
O alerta sugere que o usuário deve sempre permanecer sentado enquanto estiver usando o Gear VR e fazer pausas a cada 30 minutos, “mesmo que você ache que não precise”.
Outro ponto: essa tontura pode ser parecida com a que você sente após sair de um barco/navio, e pode continuar por horas após o uso do gadget.
E não é bom olhar diretamente para a luz brilhante, uma vez que ela pode danificar a sua visão. E não use o Gear VR em um carro, trem ou ônibus – o aviso não menciona aviões, mas muito provavelmente não seria uma boa ideia.
Leia mais em: IDGNOW!
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